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03 setembro 2014

Prefeitura de Bom Sucesso PB pagou nesta quarta (3) a os servidores da saúde e Educação, demais somente dia 10 de setembro


Bom Sucesso - PB, quarta-feira, 03 de setembro de 2014. 

A Prefeitura Municipal de Bom Sucesso PB (PMBS) realizou o pagamento dos servidores lotados na secretaria municipal de Saúde e de Educação, nesta quarta-feira (3); o pagamento foi referente a agosto; segundo informações repassadas pela prefeitura, os demais servidores receberão somente no dia 10 de setembro; questionado sobre o não pagamento a os demais da categoria, a prefeitura informou que foi por falta de recursos. Após um ano e nove meses de mandato é a primeira vez que a atual gestão atrasa pagamento de uma parcela dos servidores, tendo em vistas, que até o dia cinco de cada mês, sendo efetuado o pagamento referente ao mês anterior, estar em dia, passando disto, é atraso.

O SINDSERBS no cumprimento do seu dever mantém informado a todos os Servidores Públicos Municipais de Bom Sucesso - PB, sobre assuntos destinados a Categoria.

 
SINDSERBS 

LUTAR SEMPRE

02 setembro 2014

Prefeitura de Bom Sucesso PB paga servidores nesta Quarta-feira (amanhã), 03 de setembro

Bom Sucesso - PB, Terça-feira, 02 de setembro de 2014.  





A Prefeitura Municipal de Bom Sucesso PB (PMBS) realiza o pagamento dos servidores referente ao mês de agosto nesta quarta-feira, portanto amanhã dia 03 de setembro. 

O pagamento referente ao mês de agosto será realizado para uma parcela de servidores municipais.

As informações foram repassadas pela Prefeitura Municipal; através do Secretario de Tributação e Finanças, Nadiel de Almeida Oliveira, que já realizou a transferência da Folha de pagamento dos Servidores; e que na quarta-feira 03 de setembro, o dinheiro estará disponível na conta-salário.


O SINDSERBS no cumprimento do seu dever mantém informado a todos os Servidores Públicos Municipais de Bom Sucesso - PB, sobre assuntos destinados a Categoria.

 
SINDSERBS 

LUTAR SEMPRE

Justiça determina rateio de sobras do FUNDEB entre profissionais do Município de Jericó

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça determinou na manhã desta quarta-feira (20), durante sessão ordinária, que o Município de Jericó proceda o rateio das sobras do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos profissionais da Educação – FUNDEB, no valor de R$ 61.209,62 referente ao montante de 60% do que fora recebido no mês de abril de 2011, em benefício dos profissionais da educação do Município, relativo ao exercício trabalhado.
As ações de Apelações Cíveis nº 014.2012.000076-6/001 e nº 014.2012.000077-4/001, interpostas por Francilene Ribeiro de Lima Nóbrega e por Maria Célia Muniz, contra sentença do Juízo de Direito da 3ª Vara de Catolé do Rocha, que julgou improcedente o pedido de rateio do FUNDEB, por entender que não havia lei municipal disciplinando a forma de rateio do referido repasse.
Para o relator dos recursos, desembargador Marcos Cavalcanti Albuquerque, o art. 22 da Lei 11.494/2007 estabelece que pelo menos 60% dos recursos anuais dos Fundos serão destinados ao pagamento da remuneração dos profissionais do Magistério. “Não há nenhuma exigência de regulamentação, por Lei municipal, dos critérios relativos ao rateio do FUNDEB a justiçar a improcedência do pedido”. Explicou.
Ao apresentar o voto, o relator assim se pronunciou: “Desta forma, reformo a sentença de primeiro grau, no sentido de que o rateio das sobras do Fundeb seja realizado em partes iguais entre os profissionais da educação do Município de Jericó, tendo em vista a inexistência de Lei municipal disciplinando os critérios mais detalhados para realização do rateio das verbas do Fundeb”.

Gecom c/ estagiário Janailton Oliveira

31 agosto 2014

Conselho Fiscal aprova por unanimidade contas da CSPB


A Confederação dos Servidores Públicos do Brasil- CSPB, teve suas contas aprovadas pelo conselho fiscal, de forma unânime, na manhã desta quinta-feira (28).  

O presidente do Conselho Fiscal, Damázio Sena, apresentou o relatório referente às despesas de 2013. Ele disse que após análise criteriosa do documento, não foi identificada nenhuma irregularidade quanto às contas da confederação. Em consulta aos diretores que analisaram o relatório, as contas da CSPB foram aprovadas por unanimidade 


O diretor Financeiro da CSPB, em exercício, Cosme Nogueira, ressaltou que os padrões adotados na gestão anterior por Fernando Borges, estão sendo mantidos com rigor. 

FETASP PB

28 agosto 2014

Salário mínimo previsto para 2015 será de R$ 788,06, diz ministra

A ministra Miriam Belchior entrega ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o projeto de lei orçamentária (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)

Valor consta no projeto da Lei Orçamentária entregue pelo governo. 

Ministra do Planejamento levou o projeto ao presidente do Senado.

Priscilla MendesDo G1, em Brasília
A ministra Miriam Belchior entrega ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o projeto de lei orçamentária (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)
A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, anunciou nesta quinta-feira (28) que o Projeto de Lei Orçamentária elaborado pelo governo prevê salário mínimo de R$ 788,06 a partir de 1º de janeiro de 2015. O valor representa um reajuste de 8,8% em relação aos atuais R$ 724.
Belchior fez o anúncio após entregar o projeto da Lei Orçamentária ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Depois de ser entregue ao Congresso, o projeto passa pela análise da Câmara e do Senado e pode sofrer alterações antes de ser aprovado.
Segundo a assessoria da ministra, o impacto do aumento do salário mínimo nas contas públicas, com o pagamento de benefícios, será de R$ 22 bilhões em 2015.
O valor do salário mínimo é calculado com base no percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado mais a reposição da inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
“O salário mínimo previsto no Orçamento para 2015, a partir de janeiro de 2015, será de R$ 788,06. É a regra que está estabelecida de valorização do salário mínimo”, disse a ministra do Planejamento ao deixar o gabinete do presidente do Senado. O valor é superior àprevisão inicial, de R$ 779,79, divulgada em abril passado.
A auxiliar da presidente Dilma Rousseff disse que as “grandes prioridades” do projeto são as áreas de saúde, educação, combate à pobreza e infraestrutura. O prazo para que o Executivo envie sua previsão de como vai arrecadar e gastar os recursos públicos termina sempre no dia 31 de agosto, conforme determina a lei.
Tramitação no Congresso
A ministra Miriam Belchior pediu ao presidente do Senado uma “análise rápida” da proposta na Casa, de modo que seja aprovada até o final do ano, prazo que não precisa ser cumprido obrigatoriamente pelo Congresso Nacional. Ainda assim, Renan Calheiros confirmou que o parlamento deverá votar o Orçamento até o final do ano, apesar de o Legislativo estar em recesso branco devido ao período eleitoral.

"Esse é o desafio, votar o Orçamento até o final do ano. Vamos certamente ter um ano mais difícil em 2015 e é fundamental que tenhamos orçamento com começo, meio e fim, exequível, para que o país possa retomar a confiança. Vamos ter que otimizar o período que vai do final da eleição até o recesso do final do ano. Mas nós temos que entregar o Orçamento, esse é o dever fundamental do Legislativo", declarou o senador do PMDB após o encontro com a ministra do Planejamento.
“Coloquei toda a equipe do Ministério do Planejamento à disposição do Congresso Nacional para os esclarecimentos necessários, para que o Congresso possa fazer uma análise rápida do Orçamento e possa votá-lo até o final do ano, prazo com o qual o presidente do Senado confirmou que é possível fazer”, declarou Miriam Belchior.
Outros detalhes sobre a proposta orçamentária, segundo Belchior, serão dados durante coletiva de imprensa no Ministério do Planejamento.
O Congresso Nacional ainda não aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015, que deveria servir de base para a elaboração pelo Executivo da proposta orçamentária. Deputados e senadores entraram em recesso informal, chamado “recesso branco”, para poderem se dedicar à campanha eleitoral nos seus estados e só deverão retomar as atividades plenas nas casas após o segundo turno, marcado para 26 de outubro.
A Constituição determina que o recesso oficial do Legislativo só poderia ocorrer se os parlamentares aprovassem a LDO até o último dia de trabalho do semestre (neste ano, 17 de julho).
G1