06 fevereiro 2026

Justiça começou a depositar (diferença salarial) na conta dos servidores sindicalizados da cidade de Bom Sucesso PB.

 


Bom Sucesso PB, sexta-feira 06 de fevereiro de 2026.

O Tribunal de Justiça da Paraíba, começou a depositar valores via PIX e de Conta Corrente, dos servidores sindicalizados no SINDSERBS (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Bom Sucesso PB), referente as diferenças de dois décimos terceiro salário referente aos anos de 2018 e 2019. Na época a prefeitura pagou o 13º salário parcial, deixando de pagar o Nível Padrão, Adicional por Tempo de Serviços.

O SINDSERBS representante da categoria entrou na justiça cobrando as diferenças, sendo deferidas pela Justiça.

Já estão sendo contemplados com depósitos nas contas, mais de 80 servidores sindicalizados, os demais servidores que falta receber, com certeza receberam em breve, no decorrer deste ano.

Mais uma ação exitosa do sindicato (SINDSERBS) em favor da categoria os servidores públicos municipais de Bom Sucesso PB.

O SINDSERBS tem o prazer e satisfação de manter todos os servidores públicos municipais de Bom Sucesso PB, informados sobre assuntos de interesse coletivo.

SINDSERBS

LUTAR SEMPRE.

30 janeiro 2026

PREFEITURA EFETUA PAGAMENTO REFERENTE A JANEIRO, COM SALÁRIO ATUALIZADO. E PAGA TERÇO DE FÉRIAS DOS PROFESSORES.

 

Bom Sucesso PB, sexta-feira 30 de janeiro de 2026.

A prefeitura municipal de Bom Sucesso PB através do seu gestor Manoel Tairis Duarte, informou hoje (30), que a prefeitura municipal realizou o repasse da folha de pagamento referente ao mês de janeiro de 2026, para todos os servidores municipais.  

A administração municipal através do tesoureiro Jonattas Thauann, informou que o repasse foi realizado no dia de hoje (30), e se não houver nenhum problema no sistema eletrônico, o dinheiro possivelmente estará disponível na conta salário de cada servidor amanhã. Lembrou ainda que o pagamento foi atualizado, sendo pago o valor do novo salário mínimo.  

A administração também informou que repassou o pagamento do terço de férias dos Professores, como também dos servidores que requereram.

O SINDSERBS tem o prazer e satisfação de manter todos os servidores públicos municipais de Bom Sucesso PB, informados sobre assuntos de interesse coletivo.


Fonte: Prefeitura Municipal.

 

SINDSERBS

LUTAR SEMPRE.

01 janeiro 2026

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a valer a partir de hoje (1º); veja o que muda e como o valor foi calculado

 

O novo valor do salário mínimo nacional, de R$ 1.621, começa a valer a partir de hoje quinta-feira (1º).

O reajuste é de 6,79% em relação ao piso anterior, de R$ 1.518, e reflete a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) em 12 meses até novembro, somada a um ganho real limitado pela regra do arcabouço fiscal.

Com o cálculo, o salário mínimo ficou:

·         abaixo do previsto no Orçamento de 2026 (R$ 1.631);

·         menor do que a estimativa do governo do fim de novembro (R$ 1.627).

·         A explicação é que a inflação, um dos indicadores usados no cálculo, ficou menor do que o esperado.

·         Quem recebe o salário mínimo (ou múltiplos dele) ou benefícios vinculados a esse valor, como o seguro-desemprego e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), já recebe o total reajustado no início de fevereiro.

Evolução do salário mínimo

Em reais
3003003503503803804154154654655105105455456226226786787247247887888808809379379549549989981.1001.1001.3021.3021.4121.4121.6211.621200520062007200820092010201120122013201420152016201720182019202020212022janeiro de 2023maio de 20232024202520260500100015002000
2024
1.412
Fonte: Fonte: Dieese e governo federal


·         Entenda abaixo como funciona o salário mínimo, qual a regra de reajuste e como essa mudança impacta a economia brasileira.

·                   Como funciona o salário mínimo?

·         Como o nome já indica, o salário mínimo é a menor remuneração que um trabalhador formal pode receber no país.

·         A Constituição diz que trabalhadores urbanos e rurais têm direito a um "salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim".

Para o Dieese, o salário mínimo mensal necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.067,18 em novembro desse ano, ou 4,66 vezes o piso mínimo nacional de R$ 1.518.

Além disso, pela Constituição, o salário mínimo tem que ser reajustado ao menos pela inflação, para garantir a manutenção do chamado "poder de compra". Se a inflação é de 10%, o salário tem de subir pelo menos 10% para garantir que seja possível comprar, na média, os mesmos produtos.

Nos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro, o reajuste do salário mínimo seguiu exatamente essa regra. Foi reajustado apenas pela inflação, sem ganho real. No mandato de Lula, o salário mínimo voltou a subir acima da inflação (veja detalhes sobre a nova regra mais abaixo nessa reportagem).

Para impedir um crescimento maior da dívida pública, e consequentemente dos juros cobrados do setor produtivo, alguns economistas defendem, porém, que o piso dos benefícios previdenciários deixe de ser vinculado ao salário mínimo, e que volte a ter correção apenas pela inflação.

Referência para 59,9 milhões de pessoas

De acordo com nota técnica divulgada em janeiro deste ano pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 59,9 milhões de pessoas no Brasil.

Além dos trabalhadores que, por contrato, recebem um salário mínimo (ou múltiplos do mínimo), há também as aposentadorias e benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) vinculados ao mesmo valor.

O salário mínimo também gera impactos indiretos na economia, como o aumento do "salário médio" dos brasileiros e a elevação do poder de compra do trabalhador.

Como o governo chegou aos R$ 1.621?

Se cumprisse apenas a regra da Constituição, de corrigir o valor pela inflação, o governo poderia reajustar o salário mínimo dos atuais R$ 1.518 para algo em torno de R$ 1.582.

O cálculo leva em conta a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro, que foi de 4,18%.

O governo Lula, no entanto, prometeu ainda durante a campanha que retomaria a chamada "política de valorização do salário mínimo", o que significa aumentos para além da inflação.

Em 2023, o Congresso aprovou uma medida provisória editada por Lula incluiu esse mecanismo na lei. Pela nova regra, o reajuste do salário mínimo levava em conta dois fatores:

·         a inflação medida pelo INPC até novembro, como prevê a Constituição;

·         o índice de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.

Por essa regra, o salário mínimo desse ano subiria com base na inflação do ano passado, de 4,18%, e no crescimento do PIB de 2024 (3,4%). E avançaria para R$ 1.636.

Entretanto, em dezembro do ano passado, o governo aprovou uma lei que restringe o aumento real (acima da inflação) do salário mínimo a 2,5% (o teto de gastos do arcabouço fiscal).

▶️Ao ser aplicada, então, considera a inflação em doze meses até novembro deste ano (4,18%) mais 2,5% de alta real (PIB de 2024, limitado a 2,5%), elevando o salário mínimo para R$ 1.621 em 2026.

Impacto nas contas públicas

Ao conceder um reajuste para o salário mínimo, o governo federal também gasta mais. Isso porque os benefícios previdenciários, assim como o valor do abono salarial e do seguro-desemprego, entre outros, não podem ser menores que o valor do mínimo.

·         💰De acordo com cálculos do governo, a cada R$ 1 de aumento do salário mínimo cria-se uma despesa em 2026 de aproximadamente R$ 420 milhões.

·         Um aumento de R$ 103 ao salário mínimo no próximo ano, portanto, corresponde a um crescimento de cerca de R$ 43,2 bilhões nas despesas obrigatórias.

O aumento maior do salário mínimo é um dos principais itens que eleva as gastos obrigatórias. Com isso, sobrarão menos recursos para os gastos "livres" do governo, chamados de "discricionários" – o que pode afetar políticas do governo federal.

Com G1.